myWorldLoveBlog

I am not my blog.

quinta-feira, maio 08, 2003

... e continua a série "fingindo que não tenho trabalho"

Die Zauberflute


Vou fingir que não tenho nada pra fazer. Sabe aquele adesivo que você sempre vê nos carros por aí "sou feliz por ser católico"? Aqui vai a versão MyWorld.



Pra por na tua página (tá, suponho que todo mundo já saiba, mas vamos dar uma culé de chá) copie e cole:

<a href="http://blog.nandorossi.com><img src="http://blog.nandorossi.com/features/caoticos.gif" border="0"></a>

Dream 080503


Rá, consegui a proeza dos meus sonhos! Ter um sonho em que misturo "filme trash" com a tradicional incoerência dos sonhos.

Tudo começa numa cidade parecida com à exibida na pista HOMETOWN do jogo The Need For Speed 3 - isso claro, sem texturização, efeitos de esmaecimento, etc - era real. Lá estava eu dentro de uma igreja onde nada acontecia além de lá existir apenas um armário atrás de mim - de onde saíam apenas ruídos de algo se mexendo. De repente apareceu uma pessoa - a qual era muito similar ao Brian Molko - dizendo que uma linda garotinha estava morta atrás de mim (?) ... sai correndo e deixei o tal Brian Molko lá para resolver a situação.

Lá fora andei um pouco e peguei o carro do meu pai, o qual alguém muito conhecido aqui apareceu do nada - e de alguma forma parecida com teletransporte, dei lugar ao tal dirigir o carro - nisso eu estava no banco de passageiros. Os passageiros atrás de mim eu não conhecia, e nem tinha como conhecer, pois ficaram estáticos durante a presença deles no sonho. Aí não deu 1 esquina para o tal motorista bater o carro (o pior é que todos os carros estavam à 10 km/h ou menos). Mas nossos reflexos eram rápidos sim! Muito mais que a velocidade do carro - mas o tal motorista achou tudo aquilo da velocidade engraçado e quis saber como era bater um carro nessa velocidade.

Saí enfezado do carro. O motorista, satisfeito, disse que pagava o conserto. E tudo terminou sem sentido como sempre!

Everybody Says You've Got To Let It All Out




Riffs à la Velvet Underground, bateria de verdade mas com cara de sintetizador, vocais melódicos, letras bobinhas e um... Commodore 64! Sim, aquele computador que seu vizinho riquinho tinha e te deixava sempre morto de inveja serve de instrumento (e muito bem!) para a banda Barcelona.
Os caras são assumidamente nerds musicais, vidrados nos barulhinhos futuristas que rodeavam nossa infância - os anos 80.
Um trecho de uma das músicas mais legais deles, Everything Makes Me Think About Sex:

"Everything makes me think about sex
Everything makes me feel stressed
It's a personal flaw I guess
I have visions of everyone undressed"


Quem quiser dar uma volta no tempo, baixe aqui I Have The Password to Your Shell Account e a temática certamente te lembrará daqueles primeiros filmes sobre hackers - tipo Jogos de Guerra, ou aquele que o cara entrava no sistema da escola e alterava as notas (isso era de praxe...).
Ah, que saudades do Donkey Kong...

terça-feira, maio 06, 2003



"Show these products to the monks at your Christ-church and watch the Christ-Monk's eyes fill with overjoy happy-tears!"

Imperdível. Hello Jesus, o equivalente espiritual da Hello Kitty.

[thanks bia!]

Autêntico!

EMO
you're emo!


How can I label you?
brought to you by Quizilla

segunda-feira, maio 05, 2003

Ah droga. Desmascarado.

INDIE1
you're indie!


How can I label you?
brought to you by Quizilla

If We Can Land A Man In Curitiba


Curitiba é bem legal, o clima é ótimo, tudo muito bonitinho e organizado. Mas eu imaginei que sendo uma cidade planejada, fosse infinitamente mais fácil de se locomover do que em São Paulo - nem a pau! Pelo menos no centro, onde ficamos hospedados (bem e barato, aliás, no Hotel Sandiego) as ruas são confusas e as infinitas pracinhas, todas iguais, colaboram pra deixar pessoas que já têm um senso de direção ruim completamente zonzas.
Fora as ruas, que em grande parte, são mal sinalizadas e não têm placas com nomes. Pra turista, é foda. Mas valeu a pena.

Aguardem o Grande Álbum De Fotos Engraçadinhas da Família do Nando!

Falling From Grace


Não vou fazer resenha de show porque todos os blogs do mundo já devem ter feito isso, só vou dizer que espero que a Manguetown continue como sempre esteve - bem longe de mim.

Pra quem ainda tem essa ingenuidade, assim como eu tive, aviso: se você quer ver show concorrido na cara do palco, vá preparado pra porrada. Não tem jeito, é lei da selva. Quem empurra mais, fica. E outra: desista de ver o show, porque você vai estar mais preocupado com sua integridade física do que qualquer coisa.

Acho que não tô bom pra escrever hoje, só vai sair desgraça. Tô pessimista, ensonado, minha mosca foi embora, ainda mais agora, nesse fim de semana em que eu descobri o que é dar tanto valor pra alguém que nem o risco de tomar um chutão na cara te aflige mais do que pensar nela pessoa se machucando.

Voltemos à programação normal e mais tarde eu falo de como a Kim Deal parece uma ianomami grávida e junkie - e mesmo assim, chutou umas bunda.

Do Something




Minha sala está aromatizada com o perfume desta MULHER. Nada como muito "groove" para encarar uma Segunda-feira. A semana começa hoje, Domingo só serve para mim enterrar o que o Sábado me proporciona.

Mas voltando à Macy Gray - eu achava que On How Life Is era um disco de HIP-HOP propriamente dito, e The ID a mudança de rumo, algo infinitamente melhor que o primeiro. Mero engano, um grande preconceito meu ter avaliado On How Life dessa forma... estou na 3ª faixa e já estou pensando em comprar desde a 2º faixa. Pra quem cresceu alimentado à Jamiroquai, Parliament, Brand New Heavies, etc... so, é essencial.

Obrigado Macy Gray, por tirar essas cinzas de vez! E estamos à espera do retorno do nando das terras sulistas...