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I am not my blog.

sexta-feira, julho 11, 2003

Dying Days


Essa história toda de Silvio Santos morrer me deixou meio intrigado. Afinal de contas, se for mesmo golpe de marketing, ele está me fazendo lembrar daqueles mitos que existiam quando a gente era pequeno: a tatuagem com LSD, a kombi com palhaços que sequestrava criancinhas, a velha sangrenta que aparecia quando se ia ao espelho à meia-noite, enfim. Essas coisas que não tem nenhuma base na realidade mas que fazem toda criança comentar com seus amiguinhos, com aquele tom de surpresa.
Todo mundo tá comentando sobre o assunto. "Você já viu? O Silvio Santos falou que tá morrendo e que vendeu o SBT..." "onde isso?" "Na revista contigo..."

[update!] Era tudo uma grande pegadinha! Ha-Haeeee!!

quinta-feira, julho 10, 2003

Yo! Future...


Alguém quer formar um duo/trio/quarteto com um ser que não tem nenhuma teoria musical? Com alguém que toca violão, guitarra, gaita e teclado de uma forma só dele?

Não quero morrer sem ter a experiência de ter tocado em conjunto...

I Feel You


Estrofes e palavras estonteantes dão lugar ao marasmo coloquial.
Te conduzo em círculos através do som doce de sua voz.

..mon coeur...

Estarei aqui, desamparado, olhando todas as suas fotos, escrevendo e tocando notas dissonantes com referência aos seus pensamentos sobre mim...

Você pode transformar meus problemas em dádivas, meu bem...

quarta-feira, julho 09, 2003

The Sums


O Sum 41 pode ser uma banda com um som hardcore bem repetitivo e chatinho, mas eles se destacam pelos clipes. São os mais engraçados da terra, parece que os caras fazem questão de ter um clipe mais perfeito que o outro.
Não sei os nomes das músicas e tô com preguiça de pesquisar, mas tinha um em que eles imitavam (com perfeição!) uma banda de heavy metal do tipo Judas Priest, com direito a casaco de couro e quepe de guarda. Lembrei, esse é "Pain for Pleasure". Em outro, pegaram todos os bonequinhos que eles tinham, incluindo bonecos do Kiss, comandos em ação, umas bonecas peitudas e uns bonecos com a cara dos integrantes da banda andando de skate; penduraram cordinhas e fizeram o vídeo com esses bonecos interagindo de formas engraçadas: andando na calçada, desviando de cocô de cachorro, além de outras coisas que eu não lembro agora.
Mas o que me fez rir mais até agora foi um que eu acabei de ver: uma paródia/homenagem aos Strokes. A banda aparece tocando em cima de um palco igual ao do clipe de Last Night, com roupinhas toscas, garrafas de cerveja pelo cenário, ao fundo letras garrafais luminosas escrito "THE SUMS", fora o bumbo da bateria, onde está estampado esse mesmo nome com um logo quase idêntico ao do Strokes.

terça-feira, julho 08, 2003

He Plays the Piano for Christmas



a empresa


conferência de stegmanns



Sabe? Nunca fui interessado em ir fundo na pesquisa desse sobrenome, tão... peculiar! E agora descubro essa "pomposa" propriedade sob meu sobrenome!

É incrível como meus pais não se preocuparam em pesquisar as origens da família, e meu vô - tadinho - não se lembra nem do nome do avô dele mais! Eu queria tanto saber alguma coisas a mais sobre minha família e estou empacado no "desinteresse" das partes superiores da árvore genealógica.

Quero fazer amizade com esses tios!

E esse endereço: (Stegmann Inc. - 7496 Webster Street -Dayton, OH 45414) ainda será meu!

segunda-feira, julho 07, 2003

Então.
Leitores queridos e exlmo. doutor rei imperador Lou Espectroman.
Nosso novo postador é uma espécie de ombudsman-mal-amado-rabugento-que-odeia-blogs.
Dêem as boas vindas e cuidado que ele zoa vocês.

Just Like Michael Jackson Did


Alguém já ouviu o CD do Ben Folds, chamado Rocking The Suburbs? Pois é bom pra caramba.
Eu sou fã incondicional do Ben Folds Five, mesmo porque eu toco piano e esse cara é um dos poucos ROQUEIROS (sim, ele toca roque, logo é roqueiro) que usam piano de forma ativa, não só pra "encher" o som, em seus arranjos.
Mas o CD solo de Folds é bem diferente dos da banda. É mais dirigido às rádios e ao circuito comercial, mas sem abrir mão do perfeccionismo e da criatividade.
Há vários experimentos interessantes. Tem baterias eletrônicas com um quê de anos 80, mas diferente dos 10.102.398 artistas fazendo sons com cara de anos 80, ele usa os recursos sem a intenção de fazer a coisa parecer retrô; Annie Waits é um bom exemplo: a música começa com uma bateria eletrônica bem tosquinha, daquelas de teclado Casio, e evolui para uma bela bateria de verdade. Em outras faixas, Ben não se limitou ao piano, como nos discos do Five: há guitarras, violões, sintetizadores e cordas. Em uma faixa, The Ascent of Stan, há a sugestão de um ritmo latino, sem perder a personalidade. A mixagem é límpida e clara, não sei definir bem o que chama tanto minha atenção, mas acredito que tudo seja meio agudo, mas não estridente.
As letras continuam no padrão: contam histórias, sempre com um certo tom irônico, sempre com uma certa crítica mas nunca de forma incisiva. "Annie Waits" fala sobre a garota que espera por uma ligação, dizendo sempre para si mesma que essa é a última vez. "Fred Jones Part 2" conta sobre o último dia de trabalho de um jornalista prestes a se aposentar. "Not The Same" é a história de um cara que tomou ácido em uma festa, subiu em uma árvore, passou a noite lá e no dia seguinte, virou um cristão convicto. Por último, a faixa que dá nome ao álbum é uma sátira de bandas choronas, que só reclamam, falam palavrões e têm suas músicas praticamente recriadas por produtores e seus computadores, com direito a guitarrinha a lá Rage Against The Machine no meio da música.
O CD não é produzido aqui no Brasil (oh, que surpresa...) mas pra isso que existe o Soulseek (aliás, você que não usa o Soulseek, trate de usar porque eu quero baixar sua coleção de raridades!). Pode ir lá pegar e ouvir que eu espero.

São Paulo e Rio de Janeiro duelam para representar o país na Olimpíada de 2012


Mal posso esperar pro Galvão Bueno começar a tagarelar sobre isso de novo... por essas e outras tô torcendo pra escolherem São Paulo.
Aliás, já parou pra pensar se rolasse uma olimpíada aqui? Será que a cidade quebrava no meio? Com certeza é uma ótima maneira de trazer dinheiro pra cá... pra nós, ruim não deve ser, o difícil é convencer um comitê olímpico de que esse povo gringo ia ficar bem alojado aqui nessa zona.