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sábado, agosto 02, 2003

Now you know.


Sabe, eu resisti até o último minuto, é incrível como parece que tudo que sai de novo agora na internet, TODO MUNDO DO MUNDO tem, não é?
Então. Mas que desculpa esfarrapada, eu não tinha nada melhor pra fazer e fiz um PUTOLOG.
Você verá pela primeira foto que já caiu o nível e que nando rossi não está mais tão preocupado em postar coisas cerebrais agora que ele se sente um velhinho reclamão...

quinta-feira, julho 31, 2003

O grande descurso anti-egolátrico do dia


As vezes alguém fala alguma coisa que pra você parecia óbvia, mas aquilo te faz analisar o mundo por outro ângulo. Sabe quando você ouve uma palavra normal, que você ouve todo dia, mas quando você para pra pensar nessa palavra ela parece estranha, parece que é uma palavra em grego? Uma palavra normal, tipo "barata", te dá um deja vu e você fica pensando em cada sílaba, cada som? Talvez só eu tenha isso por ter assistido demais ao "Beleza Americana"...

O fato é que uma colega me contou algo que me fez pensar em como a egolatria destrói o mundo. Principalmente nesse país, parece que tudo é movido por ególatras políticos que fazem tudo pra ver o mundo girando em torno do seu umbigo.
É só pensar na dificuldade que alguém tem em conseguir uma bolsa que preste, quanto mais uma integral. Não falo de alguém médio, e sim de alguém que se dedica de forma compulsiva ao trabalho, que demonstra potencial o suficiente e as instituições de ensino não são capazes de se comover - assim como não são capazes de investir em manutenção, tecnologia e pessoal. Tudo isso porque grande parte dessas universidades não tem reitores, têm DONOS. Pessoas que não conseguiram se dar bem em sua área de atuação e resolvem que abrir uma faculdade é um caminho rápido para ganhar status, ser chefe.
O mesmo acontece com outras instituições, algumas que deveriam ser os grandes motores de desenvolvimento pra esse país e são grandes antros de anti-profissionalismo, pois possuem DONOS que são PATRÕES e precisam mandar, muito mais do que desenvolver qualquer coisa, ter uma organização impecável, uma produção satisfatória - o que dirá uma visão mínima de marketing!
Em qualquer área, egolatria é destrutivo. O culto ao ego é inevitável, e todos nós queremos reconhecimento e alguns, contando eu, são até exibicionistas. Isso é natural, o problema é quando isso vira patológico, e há explicações psiquiátricas.
Há quem diga que até o altruísmo tem um fundo de egocentrismo, mas eu que não sou maquiavélico (ele dizia que os fins justificam os meios), acredito que se alguém é altruísta e ajuda os outros para poder viver melhor, a técnica funciona.

INTERMISSION

Water across your sky
Malevolence into a gray sweater
You come and I search the subjects
Now and ever
Your indecent proposals
As numb as my heart
I´ll be with you ferever

END OF INTERMISSION

quarta-feira, julho 30, 2003

Já que eu tô com preguiça de postar, vou copiar e colar, sem a menor cerimônia, um texto que o Lúcio Ribeiro já copiou e colou sem a menor cerimônia. Viva o recopypaste!

QUER SER CRÍTICO DE MÚSICA?


Saiu nesta semana no caderno para adolescentes da Folha. Álvaro Pereira Junior, polêmico colunista pop do Folhateen, forneceu um passo a passo, sete dicas no total, para aqueles que querem se tornar um crítico de música. Se é que alguém realmente quer entrar nessa.
O texto do Álvaro está reproduzido aí embaixo, para bom proveito dos muitos leitores que, lá como aqui, vivem perguntando sobre o tema.
Você pediu, então toma.
1) Ouça música desesperadamente. Você não precisa ser músico, saber diferenciar um ré de um mi. Mas precisa ter conhecimentos histórico, entender de onde vem o tipo de música sobre o qual você escreve, e como as coisas evoluíram até hoje. Só conhecer a discografia completa do Weezer não basta.

2) Leia livros e revistas desesperadamente. Você quer criar um estilo, certo? Então precisa ler montanhas de revistas e livros, de todos os gêneros, para chegar a um jeito próprio de escrever. Não adianta só ler "Escuta Aqui'' e a coluna do Lúcio Ribeiro na Folha Online. Assim, acaba virando clone. Mais um.

3) Aprenda inglês. 99,99% do que conta no chamado "mundo das artes'' acontece em inglês. Se você não sabe a língua direito, arrume outra coisa para fazer. Ser crítico de música não dá.

4) Aceite sua insignificância. Ninguém saudável compra ou deixa de comprar um CD por causa de uma crítica. Em geral, críticas de música são lidas por nerds, músicos e outros críticos de música. O leitor normal --aquele que tem uma vida, família, amigos etc.-- está pouco se lixando para o que o crítico pensa.

5) Não fique amigo de músicos. Bandas --principalmente as mais novas-- sofrem muito. Dão shows sem ganhar nada, não conseguem divulgação etc. Gravar um disco é mais difícil ainda. Só que é melhor não se envolver com
isso, senão você vai ficar com pena dos músicos e fazer sua crítica com base nesse contexto, e não na simples audição do CD. Os caras da banda podem ser gente boa, batalhadores e honestos, a baixista pode ser uma gostosa, mas, se fizeram um disco ruim, é isso que você tem de dizer.

6) Pratique a crítica destrutiva. Enfie uma coisa na cabeça: você e os músicos, ou você e as gravadoras, não estão no mesmo barco. E você não tem papel algum na construção de nenhum tipo de cena musical. No Brasil, a prática do compadrio e da "brodagem" é corrente entre jornalistas, músicos e gravadoras. Todo mundo é amiguinho e se ajuda mutuamente. Gente talentosa perde tempo escrevendo só sobre o que gosta, ou finge que gosta. Fuja dessa.

7) Prepare-se para realidade de uma redação. Pense naquele cara --ou moça-- inteligente, moderno, que passa o dia escutando música e, de vez em quando, escreve sobre um CD que lhe chamou a atenção. Agora esqueça isso. As críticas assinadas são uma parte muito pequena do que o jornalista faz na redação, o que inclui diagramar páginas, escrever títulos, bolar legendas de fotos, escrever matérias não-assinadas, preparar notinhas, reescrever textos dos outros, ser esculachado pelo chefe etc.

terça-feira, julho 29, 2003

Eu sou alto o suficiente, mas não auto-suficiente.

Conforme ela mesma disse...

segunda-feira, julho 28, 2003

Semana passada eu não postei.
Estava ocupado VIVENDO.

Nem bar, nem discoteca, nem nada.
O que pega é assistir tevê, desenhar, escrever, dar risadas, filosofar de leve, cortar a unha, dar um susto, dar um beijo, fazer comida, comer besteira, dar voltinhas ao som de alguma música inusitada, que nem dramalhão.

Sei que vou morrer de saudades na próxima vez que tiver que abrir os olhos de manhã e só vir a parede, quando acidentalmente beijar o travesseiro, esquecendo que você voltou pra longe. Mas o gostinho de ter quem a gente quer pra sempre não vai embora.

Never Leave a Job Half-Done


Pois é pessoal. Se você tiver uma banda ridícula, que já vendeu milhões de cópias e está em plena decadência - aliás, já morreu faz alguns anos mas esqueceram de te avisar - o que fazer pra chamar atenção?

Que tal armar um rebu no aeroporto e sair na porrada com o LS Jack (que é uma banda ridícula que ainda vende)?

A pergunta que paira no ar é: por que não mataram uns aos outros? Veja bem. Não sou a favor da violência. Mas eu acho que já que os caras começaram, não podiam acabar direito?

domingo, julho 27, 2003

WHEN THE BODY SPEAKS...


Ô coisa estranha que é brincar de alterar seu rosto ou corpo digitalmente viu!

Meus primeiros contatos com essas ferramentas foram há uns 3 anos atrás, pois queria me promover pelos chats da vida e minha quantidade exorbitante de espinhas nunca iria permitir tal proeza, mas era só um carimbo aqui, desfoque ali, e eu ficava com uma pele de bebê (mais parecida com plástico) e pronto para o sucesso.

Utilidades à parte, hoje decidi usar uma dessas ferramentas de precisão milagrosa para o lado obscuro da coisa - talvez porque eu estou de ressaca hoje. Resolvi me vetorizar com minha futura calvície. E não foi legal, parei o processo pela metade, tentei jogar uns efeitinhos para ver se tinha jeito de melhorar toda essa desgraça natural, mas todos os esforços eram inúteis.

Então estou aqui, careca:

Não quero nem ver...